A importância da memória da água nas medicinas energéticas

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Água

Dr. Luiz Razzante Jr. – Médico

“A água é o mais versátil de todos os elementos… As águas mudam conforme a lua, abraçam a terra, não têm medo de morrer no fogo ou viver no ar. Entre na água de leve e sentirá um toque tão doce que quase se confunde com a pele. Mas choque-se contra ela e a água o quebrará em pedaços” (do livro “Memória da água”, de Emmi Itäranta)

Na antiguidade nossos antepassados tinham um nível de consciência diferente do que apresentamos nos dias de hoje. Eram seres que “percebiam” as frequências da natureza de uma forma instintiva, como os animais sentem. Nenhum animal criado em seu meio ingere uma planta venenosa, isso é instinto. Os curadores das antigas civilizações, assim como os indígenas, “sentiam” a frequência da doença nos enfermos, e assim procuravam na floresta alguma planta que tivesse ressonância e utilizavam-na para restabelecer a saúde. Com a evolução perdemos esse dom, nos afastamos da natureza e seguimos cegamente o caminho da materialização, portanto, perdemos nossa capacidade de intuirmos a sutileza do desequilíbrio energético. Um dos últimos Médicos que conhecemos na história que ainda praticava esse conhecimento era Teophrastus Bombastus Von Hohehein, mais conhecido como Paracelsus. Viveu no século XIV, foi um remanescente dos antigos curadores, que ainda conseguia perceber a frequência da doença e assim procurar na natureza, aquilo que vibrasse em ressonância para poder provocar a cura. Nesta época já utilizava a água como veículo para decocção das ervas, assim como faziam os Sacerdotes e pajés das culturas indígenas.

Seguindo uma linha cronológica na história, encontramos outros Médicos que também utilizaram a água como meio de transmitir a frequência curativa aos doentes. No século XVIII, o Alemão Samuel Hahnemann, um ariano com um QI elevado, desenvolveu uma Medicina que utilizava medicamentos diluídos e dinamizados na água, estudados, testados em seres humanos, catalogados por duzentos anos e mesmo assim questionados e criticados até os dias de hoje. Outros estudiosos das medicinas energéticas criaram suas próprias teorias, como o Francês Jacques Méné- trier, um estudioso da Homeopatia que criou a Medicina dos Oligoelementos. Esta também se baseia na diluição de minerais, mas não cita a dinamização. Outro Médico Homeopata, este alemão, Hans Heinrich Reckeweg, desenvolveu a Homotoxicologia, mais prática de se entender e de prescrever, e que utiliza os mesmos princípios técnicos da homeopatia na sua fabricação, porém com outras formas de prescrição.

Já na década de 80 o (século XX), um cientista Francês da área de imunologia, Jacques Benveniste, aceitou fazer uma pesquisa da memória da água, que consistia em captar o sinal frequencial da acetilcolina diluída e dinamizada. Conseguiu captar e digitalizar, e enviar de Paris a outro laboratório em Chicago, onde um coração de uma cobaia foi ativado. O trabalho foi publicado na Revista Nature, com a condição de ser replicado com técnicos da própria revista. Infelizmente por questões técnicas a replicação acabou não acontecendo e o evento foi denominado pseudociência. O pesquisador perdeu seus patrocínios, foi expulso da comunidade científica e alguns anos depois veio a falecer de depressão. Seus amigos cientistas, dentre os quais Luc Montagnier, um dos descobridores do vírus da Aids, Emílio de Giudice de Milão e o Russo Konstantin Korotkov, decidiram honrar o nome do amigo cientista para comprovar a memória da água. Recentemente, um pesquisador japonês de nome Masaru Emoto, demonstrou através de fotografias de gotas de água congeladas que tinham sido previamente influenciadas por mentalizações de emoções boas e ruins, que as figuras de cristais apareciam com formas belas e harmônicas nas emanações de amor e gratidão, e grotescas em relação às emoções de mágoas, tristeza etc. Portanto, se um estado mental pode modificar o estado estrutural da água e somos compostos de 70% de água, logo é na água corporal que nossas memórias emocionais ficam retidas. Aquilo que nos impressiona do meio nos altera fisicamente.

Estudos recentes da Epigenética demonstram que as nossas emoções podem alterar nosso DNA, servindo de ignição em genes herdados. Hoje temos no nosso arsenal terapêutico os produtos florais frequenciais, com a facilidade de prescrição e que também se utilizam dessa memória. É a Medicina do futuro que chegou para reequilibrar frequencialmente o organismo com um todo. Mas como vivemos uma época de aceleração das comunicações, hoje nossa mente está cada vez mais descontrolada. É a Era das doenças emocionais. Se faz urgente o controle e a disciplina da mente.

Referência: 1.DUPOVY, A. Oligoterapia – Fundamentos da clínica e da Terapêutica. Arruda, 1997. 2.ITARANTA, E. Memória da Água. Galera Record, 2015. 3.MILANESE, F.E. Aevolução do pensar terapêutico. Ampliação da Arte Médica, n.213, 1991.

Reprodução de texto publicado na revista Saúde Quântica

http://www.revistasaudequantica.com.br/Revistas/66-Revista-saude-quantica—9-edicao-/

 

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