E o final do ano chegou….

Spread the love

InformaUbatuba-fim de ano

A coluna Saúde na Prática, no jornal InforMar Ubatuba tem um novo artigo de Renata Pudo!

“Hoje vamos focar o fechamento do ciclo do final de ano. Hora de fazer um check list de tudo o que nos propormos a fazer e conseguimos, o que não conseguimos e as surpresas que apareceram no caminho.”

Leia a íntegra abaixo ou diretamente no site do jornal.

InformarUbatuba/ Coluna Saúde na Prática 15/12/2016

E o final do ano chegou…

Bem-vindos a mais um encontro na coluna SAÚDE PRÁTICA

Chegamos na época das festas e com elas muitas ansiedades, vontades, exageros, metas,  enfim, muitas emoções, rs.

A sensação de finalizar um ciclo para muitas pessoas é marcante. A todo tempo iniciamos e fechamos ciclos na nossa vida. Seja o ciclo do dia e noite, o ciclo menstrual, o ciclo da maternidade, o ciclo de cada etapa de nossas vidas. Somos até dois anos bebês, mais uns 10 crianças, em média 6 a 8 adolescentes (têm pessoas que não saíram dessa fase depois de 20 anos, [risos]) e o resto da vida adultos.

Como adultos também temos os nossos ciclos, as mudanças do nosso corpo geralmente acontecem a cada 10 anos. Até chegarmos à velhice. São muitos ciclos, né!

Hoje vamos focar o fechamento do ciclo do final de ano. Hora de fazer um check list de tudo o que nos propormos a fazer e conseguimos, o que não conseguimos e as surpresas que apareceram no caminho.

É de grande importância parar para rever isso. Ativar nossa memória e fazer essa revisão pode parecer cansativo, ou até mesmo perda de tempo. Garanto que não é! A medida que os anos vão passando e os nossos ciclos corporais vão se modificando, vamos trocando parte da nossa energia vital (que antes era mais intensa como a adolescência) pela maturidade. Nessa etapa da vida é de grande valia uma pausa.

Gosto muito do conto:

É tempo de amolar o machado

 Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador da região onde morava, cortava e empilhava madeiras das árvores que cortava.

 O jovem o admirava, e o seu desejo permanente era de, um dia, tornar-se tão bom, senão melhor, que aquele homem, no ofício de cortar madeira.

 Certo dia, o rapaz resolveu procurar o velho lenhador, no propósito de aprender com quem mais sabia.

Enfim ele poderia tornar-se o melhor lenhador que aquela cidade já tinha ouvido falar.

 Passados apenas alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo, e que aquele senhor não era tão bom assim quanto falavam.

 Impetuoso, afrontou o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho, quem cortaria mais árvores.

 O experiente lenhador aceitou, sabendo que seria uma oportunidade para dar uma lição ao jovem arrogante.

 Lá se foram os dois decidir quem seria o melhor.

 De um lado, o jovem, forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores sem parar.

 Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho, silencioso, tranqüilo, também firme e sem demonstrar nenhum cansaço.

 Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador, e qual não foi a sua surpresa, ao vê-lo sentado.

 O jovem sorriu e pensou: Além de velho e cansado, está ficando tolo. Por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?

 Assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.

 Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois, e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e medição.

Para a admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado quase duas vezes mais árvores que o jovem desafiante.

 Este, espantado e irritado, ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, se, uma ou duas vezes que parara para olhar, o vira sentado e tranqüilo.

 Ele, ao contrário, não havia parado ou descansado nenhuma vez.

 O velho, sabiamente, lhe respondeu:

 Todas as vezes que você me via assentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando o meu machado!

 Vamos lá: Hora de sentar e fazer o plano de metas para o próximo ano. Se não sabemos para onde queremos seguir, qualquer caminho serve. Dar direção, pensar nas formas de realizar, as estratégias necessárias, se os conhecimentos que tenho são suficientes, ou se preciso de um maior aprimoramento, podem ser muitas as questões…

Antes de começar vale ouvir a obra musical de Caetano Veloso: Oração ao tempo.

Depois de ouvir essa música inspiradora, podemos começar o nosso check list: Como foi o cuidado com nossa saúde? Com quantos quilos começou o ano e com quantos está agora? Observar se envelheceu mais do que esperava, porque trabalhou demais, ficou preocupado demais, sorriso demais, ou tudo isso de menos. Como foi a curva do envelhecimento? Ficou muitas vezes doente? Conseguiu fazer atividade física? Melhorou a alimentação? E a qualidade do seu sono?

Rever como foi nossa presença dentro de nosso lar. Essa é nossa primeira comunidade, pergunte para si se fez tudo que poderia ter feito, ou se este ano foi mais indiferente e individualista. Sempre que entro nesse assunto alguém fala o que o outro fez ou deixou de fazer. Na verdade, o que interessa nessa revisitação é aquilo que nós fizemos. As mudanças que ocorreram em nosso lar, a família aumentou, diminuiu, como isso impactou? Nas relações muito próximas, as alegrias e as  tristezas andam bem pertinho uma da outra.

É muito curioso como temos uma boa memória para lembrarmos aquilo que nos aborreceu. Convido a fazer um exercício e  lembrar daquilo que te alegrou, do que te aqueceu por dentro, momentos onde sentiu sua fé saltar, sua alegria rir bem alto, seu coração saltar, quais foram seus momentos de esperança? Os momentos em que se sentiu forte?

E é aproveitando esse momento que te faço um mais um convite: sente-se de forma confortável e visualize o caminho que quer seguir; nas relações, o que tem potencial para melhorar e o que precisa ser remodelado; no que empregou tempo demais; no que gostaria de se dedicar mais.

Isso não quer dizer que vamos nos alienar da situação que nosso país está vivendo, mas não vamos deixar essa onda de pessimismo nos tomar. A energia do pessimismo é paralisante, drena nossa energia vital e nos deixa à deriva. Ser seletivo nos programas que assiste ou que ouve ajuda muito.

Dentro do meu repertório de trabalho, conto muito com a ajuda dos Florais. Esses pequenos vidrinhos mágicos trazem a vibração que eu preciso ressonar. Como assim? Um jeito bem simples de entender, quando você precisa estudar um assunto, a assimilação acontece por repetição. Quanto mais eu leio e falo sobre aquele assunto, mais consigo me apropriar dele. Os florais ajudam e muito nisso. Uma dica é o lançamento da Araretâma, são florais feitos de rosas. Esse kit foi criado para ajudar a dar  sustentação nesses tempos de  transição que nos acompanham. Essa ajuda é feita através dos florais da:  TERNURA, ABUNDÂNCIA, EQUILÍBRIO, ENTUSIASMO e COMPARTILHAR.

Veja o que você quer trabalhar mais esse ano e experimente. Segue uma breve explicação sobre cada um.

A ressonância vem impressa no nome de cada um. Se a energia da ternura anda em baixa no seu dia-a-dia, esse floral poderá ajudar a entrar em contato com ela, muito importante para pais que ficam muito tempo distante dos filhos. A nutrição desse vínculo é de suprema importância na relação e aproximação dos pais e filhos.

A busca da abundância não se restringe apenas a dinheiro. Temos inúmeras formas de sermos abundantes. A generosidade, a atenção, o carinho, a tranquilidade. Confiar na abundância pessoal é exercitar a confiança em nosso valor pessoal. Quanto mais mesquinhos, mais inseguros.

A imagem do equilíbrio pode ser a de uma balança, onde os dois lados estão equiparados. No dia-a-dia vivemos algo bem diferente. A balança mexe a todo instante. O equilíbrio é uma força dinâmica e durante os acontecimentos diários podemos provar o sabor de reagir de forma equilibrada, o  dissabor de reagir de forma impulsiva e impensada causa danos que podem ser difíceis de serem reparados.

Entusiasmar-se é o antidoto do pessimismo. Momentos de crise podem ser grandes obstáculos mas também podem trazer grandes oportunidades de crescimento. O copo está metade cheio ou metade vazio?

O calor do verão nos convida a compartilhar, a ter boas relações pessoais, a juntar pessoas que têm empatia. Quando o poeta diz “uma andorinha só não faz verão”, reforça a idéia de trazer as pessoas queridas para perto, criar e co-criar com elas. Pensar junto, discordar se for preciso, respeitar sempre! A Mata Atlântica nos trás esse ensinamento, a comunhão dos diferentes tem muito mais poder de sobrevivência dos que a comunhão dos iguais.

E é assim que termino esse artigo, convidando a todos a  fazer suas reflexões, planos e metas para 2017. Sabendo que existe ótimas ferramentas que podem ajudar a jornada a ser mais leve.

Lembrando que teremos programa na Radio Gaivota FM em 104,90 ou no site no dia 16 de dezembro 2016 às 14 horas onde abordarei o tema acima.

Para os interessados em conhecer melhor os florais fica meu contato:

www.espacorenatapudo.com.br

Facebook: Espaço Renata Pudo Ubatuba – São Paulo

Até o próximo!

Comentários estão fechados